quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

A Influência Espiritual

 Nossa conduta é responsável pelas influências que sofremos no dia à dia. Toda obsessão espiritual, toda intuição ruim é senão, reflexo de nossos pensamentos desviados e nossos atos impróprios.

Deus não permite que espíritos nos façam o mal, o que ocorre é que eles o fazem porque nós é quem permitimos.

Toda influência negativa tem sua consequência tanto para o encarnado quanto para o desencarnado. Aquele que induz o encarnado ao erro, sofrerá por sua conduta errada. Ele, aliás, já sofre porque só faz o encarnado sofrer por egoísmo, por querer vê-lo sentir o que o espírito sofredor já sente, por não suportar ver alguém feliz.

No caso do encarnado, este sofrerá com a obsessão. Sentirá suas forças esgotarem, cairá na tristeza, na depressão. Este caminho é perigoso e já levou muitos ao suicídio.

Pode então o homem se proteger desses ataques invisíveis aos olhos humanos mas sensíveis a intuição?

Sim, pode e deve. Ao corrigir sua conduta praticando à caridade, ao elevar seus pensamentos sempre às coisas boas, ao praticar a prece nos momentos de angústia, de sofrimento, de tristeza e dor.

Assim como podemos atrair o que é ruim por nossa conduta errada, também podemos atrair os bons espíritos para nos auxiliar e criar então uma barreira de proteção espiritual, a qual nenhum ser pode quebrar, pois que ela é construída na fé em Jesus e em Deus.

O espírito obsessor perceberá que não tem mais influência sobre nós e desistirá de nos prejudicar. Mas tal qual o gato que espreita o erro do rato, ele ficará aguardando um vacilo, um momento de desequilíbrio, de falta de fé para retomar sua obsessão. Cabe a nós praticarmos o que Jesus ensinou: vigiar e orar sempre.

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