quarta-feira, 25 de julho de 2012

Apontar


  A tendência de nossas imperfeições é nos levar a comparação com outras pessoas, porém essa comparação que hora pode ser sadia, hora também pode ser prejudicial.
  Se comparar a alguém visando seguir bons exemplos de conduta é perfeitamente correto e muitas vezes recomendado, pois dificilmente vemos nossas próprias imperfeições. No entanto, se comparar a alguém visando se demonstrar superior, é algo a ser repensando.
  Ao julgarmos o nosso próximo como alguém inferior a nós, muitas vezes deixamos de lado as nossas próprias falhas e atacamos inconscientemente aquele que na verdade está sendo um exemplo para nós. Sua conduta errada não quer dizer que ele seja inferior, mas sim que ele precisa de nossa ajuda e que nós podemos aprender com os erros dele, para então não fazermos o mesmo.

 

  Interroguemos a nossa própria consciência sobre nossas imperfeições antes de julgarmos qualquer irmão(ã) nosso. Quem de nós pode deitar sua cabeça no travesseiro pela noite à fora e dizer a si mesmo: "Obrigado Senhor, hoje nada tenho contra o meu próximo!"?
  Já dizia o mestre Jesus para não julgarmos, evitando assim sermos julgados, pois a mesma moeda com que pagamos é a que seremos pagos, a mesma medida que medimos é a que seremos medidos.

2 comentários:

  1. Olá!
    Sem dúvida, o julgamento é uma espécie de intolerância, importante refletirmos sobre a questão pelos danos que podem causar.
    Abraços amigo,
    Flávia.

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    1. Olá Flávia, muito obrigado pela sua visita e mais ainda pelo seu comentário!

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