quinta-feira, 5 de julho de 2012



  A fé é o pilar que sustenta todas as virtudes, é a mãe das virtudes que levam à Deus.
  A fé, junto como a esperança e  a caridade, elas formam uma trindade que o homem deve possuir. Sem esperança, não há fé e sem fé não há esperança. Sem caridade, não há fé e sem fé não há caridade. As três são movidas pelo sentimento puro e sincero do amor sublime de Deus.
  A fé precisa ser sólida, firme e real. Se construirmos um edifício sobre a base da fé, este pode sofrer se a fé não lhe oferecer uma estrutura firme. O mesmo ocorre com nossas palavras que se forem baseadas em uma fé fraca, então elas serão frias e não surtiram efeito nos corações para os quais as direcionamos.
  A fé sincera é dominadora, é persuasiva, ela é contagiante. Atinge até mesmo quem não a deseja, mostra a todos que Deus realmente existe e os convida a amá-lo. Esta não é a fé imposta, é a fé oferecida, aquela que gentilmente convence pelo amor, que alivia a dor, que dá esperança.
  É necessário ter, portanto, a fé pura, verdadeira, sincera e raciocinada. Recusar a fé cega é uma forma de se abrir as portas para um mundo melhor, trazendo amor e esperança de verdade para os que necessitam.


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