quarta-feira, 17 de abril de 2013

A morte interior pode ser uma escolha de cada um


  A humanidade teme a morte física durante toda a sua existência terrena. É sem dúvida que a morte ainda nos é o tema mais desagradável de se debater, pois o medo supera, algumas vezes, nossa capacidade de debater tal tema.

  Mas uma figura histórica do passado nos faz refletir sobre o que deixamos morrer dentro de nós. Quantas não são as vezes que matamos o que há de melhor dentro do coração, por puro egoísmo, por pura ganância ou as vezes até pelo próprio medo.

  Esperamos pela velhice para reclamarmos da vida e de termos matado a criança que havia dentro de nós, quando na verdade, poderíamos ter deixado essa criança, alegre, sincera, ingênua e pura viver eternamente em nossos corações, nos tornando assim idosos alegres, de bem com a vida, mais saudáveis, mais dispostos a continuar a viver os últimos anos terrenos.

  Deixamos os sonhos padecerem por nunca termos tentado realizá-los. Sonhar é tão belo, faz tão bem, nos torna leves, nos faz flutuar entre as nuvens. Por que será que matamos nossos sonhos? Porque não confiamos em nós mesmos, em nossos potenciais e também porque não confiamos o suficiente em Deus. Os sonhos não são apenas para serem sonhados, eles podem e devem ser realizados, talvez nem todos possamos realizar, mas ao menos alguns temos que tentar.

  De todas as mortes, eu acho a do espírito a mais triste. Porque o corpo físico tem destino certo para voltar ao solo de onde veio, de virar adubo e gerar nova vida, mas o espírito quando morre (no sentido figurado, pois o espírito é eterno), este deixa de querer viver, deixa de sorrir, deixa de fazer o bem para si e para os que o rodeiam. Um espírito morto é aquele que está longe dos ensinamentos de Jesus, porque vai se decompondo e definhando, vendo seu próprio perispírito se machucando. Quando o Mestre Jesus disse que era a verdade, o caminho, a vida, ele estava com toda a razão, pois para o espírito não morrer é preciso entender que Jesus é a vida, é pelos ensinamentos Dele que continuamos no caminho, onde a verdade reina sobre todas as ambições humanas.

  E você, como está a sua vida? Tem algo que precise ressuscitar dentro de ti? Este pode ser um convite para conhecer mais de perto o que o Cristo tem a lhe oferecer!

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