terça-feira, 7 de maio de 2013

A quem devo conceder o perdão? Não seria eu quem precisa dele?


  Como cobrar de alguém aquilo que não consigo fazer? Como deixar de perdoar alguém se eu também posso vir a cometer o mesmo erro?

  Seria indigno de minha parte agir assim com o meu próximo, achando que ele tem que ser a máxima perfeição da criação Divina, quando eu que sou como ele de carne e osso também sou falho.

  Não poderei pedir perdão se eu não for capaz de perdoar. Jesus, irmão, mestre e amigo e de toda a humanidade já dizia a mais de 2.000 anos atrás: "antes de pedir perdão a Deus, vai e reconcilia-te com o teu próximo".

  O perdão não é simples, não é fácil de se obter e nem de se doar, mas é imprescindível para o nosso crescimento moral. Por meio do perdão aprendemos que não nascemos para mudar os outros, mas sim a nós mesmos. É compreendendo as falhas alheias que nos deparamos com as nossas próprias falhas, as quais muitas vezes não enxergávamos diante da cegueira causada pelo véu do orgulho em nossas pupilas.

  Bendito é aquele que perdoa e que vive com um coração sem mágoas, pois este vive em plena paz.

  Perdoe a tudo e a todos, independente do número de vezes que lhe ofenderem, pois não cabe ao homem ser juiz, tão pouco acusador, mas seremos sempre réus de nossas imperfeições até o dia em que aprendamos a ser puros de coração como é o verdadeiro Cristão.

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