quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Mais vale 1 caridade feita com amor, do que 1.000 feitas por obrigação.


  Não sejamos afobados em querer fazer o bem, há um tempo para cada coisa em nossas vidas e há limitações que precisam ser respeitadas.

  Todos devemos seguir os exemplos do mestre Jesus, mas isso não significa que temos condições de nos igualarmos a Ele, até porque Jesus foi o espírito mais puro que reencarnou entre nós.

  Fazer caridade não requer quantidade, mas sim bondade. Não é quantas pessoas você ajudou ou salvou de algum problema que irá lhe tornar uma pessoa melhor, mas sim o quanto de amor que você depositou naquela boa ação.

  É verdade que a vida terrena é uma corrida para a superação de nossas imperfeições, mas diferente de uma corrida de automóveis onde somente o primeiro colocado ganha o prêmio, na vida todos que buscam progredir ao menos um pouquinho já ganham muito mais do que um troféu, do que fama ou do que dinheiro.

  Tão difícil é para o ser humano se libertar de suas vicissitudes, que ao fazê-lo, contempla uma bela sensação de paz e satisfação. Fazendo a caridade ao teu próximo você está galgando degraus acima na escala da evolução e se aproximando mais do mestre Jesus.

  Devemos ajudar os que estão mais próximos primeiro, pois eles são o nosso maior desafio. Não temos que mudá-los e nem obrigá-los a aceitar aquilo em que acreditamos, mas temos que lhes estender a mão em auxílio, temos que perdoar suas asperezas, temos que compreender suas atitudes e estar sempre de sorriso largo e braços abertos para lhes receber. Não seríamos capazes de ajudar um desconhecido se dentro do nosso próprio lar agíssemos com indiferença ou crueldade com aqueles que Deus escolheu para compor a nossa família terrena.

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