quarta-feira, 23 de outubro de 2013

A paixão sem controle envolve o ser displicente.


  Os vulcões das paixões são avassaladores, trazem um fogo que arde no interior do coração, culminam desejos sexuais extremos, necessidades de satisfações momentâneas, é a carne gritante, enquanto o espírito está agonizante.

  Nenhuma paixão é forte o bastante para resistir ao tempo, pois ela é apenas fruto da vontade da carne. Diferentemente do amor que é eterno e não é explosivo.

  Na paixão há indícios claros do apego envolvido, aquele ciúmes que revela a ilusão da posse de uma pessoa sobre a outra, a inveja daquele casal que aos teus olhos não deveriam estar juntos e até mesmo os pensamentos mais impróprios de realizações sexuais com pessoas comprometidas.

  Pode haver paixão benéfica, sim, pode, mas é um esforço tão grande que o espírito ainda impuro precisa realizar. Mais fácil é se ele se educar, nos conceitos que os exemplos Cristãos vêm a nos dar.

  Substituir esses sentimentos humanos pelo amor é a melhor medida para se evitar a dor. Tal qual remédio que cura a ferida, assim é o amor que nos traz a paz e a harmonia.

  Esforcemos-nos para evitar tais caminhos, pois ninguém é dono de ninguém, tão pouco nos é correto desejar alguém que já é comprometido, isso tudo é ilusão e não há felicidade por esses caminhos.

  Feliz é aquele que ora e vigia, busca manter uma conduta reta mesmo nestes dias. Longe ainda estamos da nossa perfeição, mas por estarmos longe é que temos então a obrigação de nos esforçarmos mais afim de atingirmos a regeneração.

  Já dizia Jesus: vinde a mim que sou manso e humilde de coração. Eis o caminho, eis a luz que nos guia para a superação de nossas imperfeições.

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