terça-feira, 1 de outubro de 2013

Na Estrada do Passado, muitas Sementes de Amor foram jogadas...


  Antecedendo a vinda Daquele que seria o maior de todos os exemplos vivos na carne, Jesus, vieram muitos espíritos evoluídos para nosso orbe terreno com a missão de preparar a terra para a semeadura. Grandes nomes que obviamente não superaram o grande Mestre, mas que auxiliaram no que se refere à tocar os corações dos povos rudes e incapazes ainda de amar por si só.

  Dentre estes, lembramos alguns nomes e descobrimos que diversas doutrinas e religiões, assim como nações receberam os enviados de Jesus. Eles foram Gandhi, Buda, Confúcio, Sócrates, Moisés, João Batista e muitos outros homens que tinha idéias fraternas muito avançadas com relação a sua época e acima de todos os seus conterrâneos.

  Jesus sempre amou a Terra, desde a sua criação e sempre se esforçou para nos prover a chance de sairmos da escuridão em que nossos olhos se meteram pela ignorância e pela falta de vigilância. Esses ensinamentos espirituais vindos dos precursores do grande Mestre foram luz para os cegos e portas abertas para endireitar os caminhos que um dia iriam ser agraciados com a estrada divina que Jesus criou para encontrarmos o amor verdadeiro de Deus.

  Nenhum destes sábios do passado tinham a pureza de Jesus, mas foram muito importantes. Por meio deles, Jesus encontrou mais facilidade, pois os povos estavam mais adiantados após milênios de barbarias. Havia, no povo Hebreu, uma brecha em seus corações, pois já estavam recheados dos ensinamentos de Moisés, que lhes apresentara a crença monoteísta em sua jornada.

  Se para Jesus fora difícil ainda semear em corações não tão amolecidos assim, imaginemos como fora para esses abnegados espíritos, filhos de Deus, enviados do Cristo em épocas mais difíceis ainda. Sócrates, por exemplo, foi duramente criticado pelos seus pensamentos elevados e sentenciado à morte. Mas, mesmo com o desespero de sua esposa quando ele estava atrás das grades, espírito nobre que era, Sócrates aceitou a sentença confiante de que todo o sacrifício seria benéfico para a humanidade e realmente foi.

  Pensemos então, quantos mais precisam sofrer por nós até que nós aprendamos a nos amar? Já não é tempo de perdoarmos? Já não é hora de deixarmos o orgulho, a inveja, o ciúmes e a crueldade de lado e vivermos como irmãos fraternalmente?

  Eis a reflexão que cada um de nós deve buscar interrogando nossas consciências e descobrindo o que podemos fazer para nos tornarmos filhos melhores para o Criador e irmãos melhores para o próximo.

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