quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Do abandono surgem novas oportunidades de amar


  Como é difícil não ter um pai e uma mãe, que eduque, que ame, que cuide, que proteja, que esteja presente o tempo todo, dispostos a dar a vida pelos filhos.

  Irmãos, se não podemos ter filhos nesta vida por algum motivo qualquer, não nos falta a oportunidade da adoção. Uma caridade como essa vai além da esmola que queima a mão de quem a recebe, porque não humilha, pelo contrário, a adoção devolve a dignidade ao pobre ser abandonado, dá um lar ao sem teto, dá a proteção ao desamparado.

  Como é nobre o gesto da adoção. Uma criança abandonada, pode ser um parente ou amigo do passado, donde não conheceis a origem. Se soubéssemos do parentesco anterior, não seria então caridade adotá-lo, mas sim um dever de quem sabe ter laços que os unem.

  É verdade que ser órfão é uma situação triste de se viver, mas lembremos sempre da justiça divina que pode usar tal situação como oportunidade para muitas pessoas desenvolverem o verdadeiro amor em seus corações. O filho que foi abandonado, tem a chance de não se revoltar e de aprender a amar os novos pais, enquanto que os futuros pais tem a oportunidade de aprender a amar muito além dos laços de sangue, amando em espírito, em verdade, em vida.

  Ora, lembremos que Jesus nos ensinou que quem eram seus pais e irmãos não eram Maria de Nazaré e seus filhos, mas sim todos os que o Cristo encontrava pelo caminho, fazendo com que a sua verdadeira família não fosso a família carnal, mas sim a família espiritual que habita todo o universo.

  Então, antes de pagar caro em uma inseminação artificial, que tal pensar um pouco sobre a adoção de um pequenino?

  Nascemos para aprendermos a amar a tudo e a todos, eis ai a nossa grande meta!

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