quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

A coragem da fé.


  Todo aquele que confessar crer no Cristo, este será lembrado por Jesus ao Pai, mas o que o renegar, este também será renegado.

  Jesus nos chamava a atenção às dificuldades morais da época e que se estendem até os dias de hoje, quando se fala em crer em Jesus, não são todos os que podem falar abertamente, pois há reprimendas, há hipocrisia, há descrença por parte das pessoas.

  Preciso é que o Cristão haja com naturalidade, que não tenha medo de dizer a fé que tem, logicamente sem querer impor nada, mas nunca negando que crê no salvador que morreu na cruz.

  Nos dias de hoje, não sofremos mais as perseguições, ao menos em nosso país, que levaram os Cristãos à morte no passado. Nos dias de hoje, sofremos o assédio moral, mas por consequência de nossos próprios erros.

  O crente que fanaticamente tenta impor a sua fé, torna-se tão chato e desagradável que acaba por criar nas pessoas uma resistência a ouvirem falar sobre Jesus. Logo pensam: lá vem você com esse papinho de crente fanático. Essa é a fé cega, que não raciocina, que serve apenas como lavagem cerebral.

  É preciso ter discernimento e saber o momento e a forma correta de levar Jesus aos corações aflitos. É preciso aprender a respeitar as crenças alheias, é preciso deixar o fanatismo tão combatido por Jesus e levar a verdadeira fé no coração e nos atos, mas somente se for preciso, usaremos das palavras.

  O importante é o Cristão não negar a Jesus, nem nos atos, nem nas palavras e muito menos nos pensamentos. É importante não nos revoltarmos contra as adversidades da vida. É importante termos a fé maior que o grão de mostarda, afim de que possamos contagiar o próximo pelo bom exemplo de conduta.

  Quando alguém grita pra você: "Jesus te ama!", eu digo: "Pobre coitado de ti!", primeiro porque quer impor essa crença, segundo porque ninguém me deu esse privilégio, não é mesmo? Jesus ama a todos nós!

  Pensemos nisso e reflitamos sobre a forma como aceitamos ou negamos o Cristo em nossas vidas. Pensemos em como falamos do bem que Ele nos fez e também em como exemplificamos aos que nos rodeiam a forma como nós seguimos os passos benditos do Nazareno humilde.

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