quarta-feira, 30 de abril de 2014

Amor, o sentimento sublime.

O amor é de essência divina, desde o mais orgulhoso até o mais humilde o possui em seu coração. Toda criatura, racional ou não, possui a semente do amor, mas nem todas estão prontas para fazê-la germinar.

  A grande maioria de nós o esconde sob o véu do orgulho e o transforma em apego, um sentimento que apresenta a sensação da posse sobre o próximo, causando-nos diversas ilusões e variados sofrimentos.

  Amar não é de direito apenas dos corretos e dos bons, mas também dos assassinos, dos bandidos, dos viciados. Todos, mesmo que apresentem más inclinações, sempre apresentam amor por alguém. Vide o assassino que ama e protege sua mãe, mas não pensa 2 vezes em matar o desconhecido. Vide o drogado que joga sua vida fora, mas ama sua namorada. Ainda que seja numa forma precária de se apresentá-lo, o amor está lá, só não é bem compreendido pela nossa falta de conhecimento. Aprender a amar é um trabalho de muitos séculos de encarnações, depurações, melhorias e renúncias.

  O amor está contido em nós, isso é fato e deve ser usado diariamente. Ao acordarmos, digamos eu te amo para aqueles com quem convivemos, ao trabalharmos, digamos eu te amo para aqueles com quem trabalhamos. Ter vergonha de amar e se expressar é ter vergonha do que Deus criou, pois o amor é divino. Se Jesus nos deu tantos exemplos de como amar, não seria então importante nós aprendermos como amar? Obviamente o esforço do Mestre não foi para que seus pupilos apenas observassem, mas sim para que aprendessem e colocassem em prática, portanto, amemos!

  A quem devemos então amar? A nossa família apenas? Não, pois Jesus nos ensinou que nossa família são todos os que Deus criou, desde o pequenino ao grandalhão, desde o desconhecido ao amigo de todos os dias. A família se estende pelo universo da criação e Deus nos apresenta diariamente novas pessoas para que aprendamos a amá-las. Não é por acaso que você tem conhecido pessoas que jamais imaginaria que passariam pela sua vida.

  Todos somos irmãos perante o PAI, sendo assim a todos com quem encontramos pela vida são nossos familiares. Jesus nos ensinou a amar o próximo como amamos a nós mesmos, ele não restringiu isso a família, nem a nação, mas estendeu o convite a tudo e a todos, amai sempre, amai a todos.

  Os efeitos do amor são o aperfeiçoamento moral da raça humana e a felicidade durante a vida terrena.

  Aplicai-vos neste caminho e entenderás o bem que fazes a ti também.

  Pense nisso!

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