quinta-feira, 31 de julho de 2014

Os portões de chegada.


  Cada abraço daqueles guarda uma história diferente...
  Cada reencontro daqueles revela um outro mundo, uma outra vida, diversa da nossa, da sua...
  Se você nunca teve a oportunidade de observar, por mais de cinco segundos, todas aquelas pessoas - desconhecidos numa multidão - esperando seus amigos, seus familiares, seus amores, não tenha medo de perceber da próxima vez, a magia de um momento, de um lugar.
  Falamos dos portões de chegada de um aeroporto, um desses lugares do Mundo onde podemos notar claramente a presença grandiosa do amor.
  Invisível, quase imperceptível, ali ele está com toda sua sublimidade.
  Nas declarações silenciosas de um olhar tímido. No calor ameno de um abraço apertado. No breve constrangimento ao tentar encontrar palavras para explicá-lo.
  Na oração de três segundos elevada ao Alto - agradecendo a Deus por ter cuidado de seu ente querido que retorna.
  Richard Curtis, que assina a produção cinematográfica de nome Love actually - traduzida no Brasil como Simplesmente amor, traz essas cenas com uma visão muito poética e inspirada.
  O autor oferece na primeira e última cenas do filme exatamente a contemplação dos portões de chegada de um aeroporto, e de seu belíssimo espetáculo representando a essência do amor.
  Ouve-se um narrador nos primeiros segundos, confessando que toda vez que a vida se lhe mostrava triste, sem graça, cruel, ele se dirigia para o aeroporto para observar aqueles portões, e ali encontrava o amor por toda parte.
  Seu coração alcançava uma paz, um alívio, em notar que o amor ainda existia, e que ainda havia esperança para o Mundo.
  Isso tudo pode parecer um tanto poético demais para os mais práticos, é certo.
  Assim, a melhor forma de compreender a situação proposta é a própria vivência.
  Sugerimos que faça a experiência de, por alguns minutos, contemplar essas cenas por si mesmo, seja na espera de aviões ou outros meios de transporte coletivos.
  Propomos que parta de uma posição mais analítica, de início, com algumas pitadas de curiosidade:
  Que grau de parentesco possuem aquelas pessoas? - Há quanto tempo não se veem? - De onde chegam?
  Ou, quem sabe, sobre outros: Que histórias têm para contar! - O que irão narrar por primeiro ao saírem dali? Sobre a família, sobre a viagem, sobre a espera em outro aeroporto?
  Ao perceber lágrimas em alguns olhos, questione: De onde elas vêm? - Há quanto tempo não se encontram? - Que felicidade não existe dentro da alma naquele momento!
  Por fim, reflita:
  Por quanto tempo aquele instante irá ficar guardado na memória! O instante do reencontro...
  Tudo isso poderá nos levar a uma analogia final, a uma nova questão: não seria a Terra um imenso aeroporto? Um lugar de chegadas e partidas que não param, constantes, inevitáveis?
  Pensando nos portões de chegada na Terra, lembramos dos bebês, que abraçamos ao nascerem, com este mesmo amor daqueles que esperam num aeroporto por seus amados.
  Choramos de alegria, contemplando a beleza de uma nova vida, e muitas vezes este choro é de gratidão pela oportunidade do reencontro.
  É um antigo amor que, por vezes, volta ao nosso lar através da reencarnação.
  Pensando agora nos portões de partida, inevitavelmente lembramos da morte, da despedida.
  Mas este sentir poderá ser também feliz!
  Como o sentimento que invade uma mãe ou um pai que dá adeus a um filho que logo embarcará em direção a outro país, a fim de fazer uma viagem de aprendizagem, de estudo, ou profissional.
  Choram sim, de saudade, mas o sentimento que predomina no bom coração dos pais é a felicidade pela oportunidade que estão recebendo, pois têm consciência de que aquilo é o melhor para ele no momento.
* * *
  Vivemos no aeroporto Terra.
  Todos os dias milhares partem, milhares chegam.
  Chegadas e partidas são inevitáveis.
  O que podemos mudar é a forma de observá-las.

Fonte: R.M.E.

terça-feira, 29 de julho de 2014

A Série Psicológica de Joanna de Ângelis - Módulo 1 - Aula 1 - Introdução


Olá querido leitor do blog www.serenaluz.com!

Iniciamos hoje a publicação de uma série de estudos feita por Íris Sinoti e Cláudio Sinoti baseado nas obras de Joanna de Ângelis e contendo referências de diversos nomes da psicologia mundial. Este e outros cursos serão publicados em partes durante as semanas seguintes e terão seus links organizados no lado direito do blog afim de facilitar o encontro das video-aulas.

Todo esse conteúdo que aqui será disponibilizado visa apenas o compartilhamento e a divulgação da doutrina espírita, o qual é o foco deste blog. Os vídeos estão disponíveis no youtube e são livres para sua visualização, eles também são encontrados na TVCEI, mas confesso que tive grande dificuldade de visualizá-los por lá por não estarem estruturados na sequência das aulas.

Esta é a primeira aula e também a introdução do curso.

Espero que todos gostem e aguardo ansioso pelos comentários! Bons estudos!

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Irmãos em perigo.


  "Os que descobrem pareceres inteligentes e bons conselhos para todas as pessoas, distraídos dos problemas que lhes são próprios."
Do livro - Agenda Cristã
Por André Luiz

  Curioso observarmos na mensagem que os irmãos em perigo são os que dão conselhos, mas não os seguem e que temos inclusive um caso internacional nesta semana, envolvendo os governos do Brasil e o de Israel.

  Em uma nota oficial, o governo brasileiro condenou o revide militar feito pelo governo israelense, chamando o embaixador brasileiro de volta, um ato que é considerado ríspido.

  Em resposta, o governo israelense chamou o Brasil de "anão diplomático", ou seja, uma nação de grande porte, mas de muito pouca influência diplomática no mundo, isso devido aos constantes erros cometidos dentro de sua própria nação.

  Disse, no popular, que quem diz o que quer, ouve o que não deve. E foi o que aconteceu, pois não foi uma atitude construtiva, mas sim repreensiva, ofensiva e durante um período muito tenso de guerra entre Israel e Palestina. Afinal, o que ocorre quando condenamos alguém que está de cabeça quente em meio a uma discussão ou briga? Normalmente nos ofendem de volta, pois não estão em condições de refletir.

  Mas o que isso tem a ver com a mensagem de André Luiz? Simples, o Brasil quis dar bons conselhos, claro que da sua forma e com as suas limitações, mas esqueceu-se de que não tem moral para fazê-lo, uma vez que não combate os problemas básicos da criminalidade dentro de seu próprio país. Criticou a violência lá, deixando de cuidar da violência aqui. Mexeu na ferida dos outros, mas não tratou sua própria ferida.

  Isso ocorre conosco muito frequentemente, pois olhamos a trave nos olhos do irmão, mas não olhamos a que está nos nossos olhos. Queremos dar conselhos a tudo e a todos, mas não nos auto-aconselhamos e muitas vezes nem praticamos esses conselhos que damos.

  Eis ai a necessidade de compreendermos que tudo o que aprendemos com o mestre Jesus é benéfico, mas sem a prática destes ensinamentos em nossas vidas, além de não evoluirmos e melhorarmos, não seremos capazes de servir de bom exemplo a ninguém.

  A caridade sem ação é amor envolto por egoísmo preso na gaiola da preguiça, é crítica descabida e desnecessária, é orgulho ostentado apenas pela aparência de se mostrar superior. De que valem palavras sem exemplos? Como podemos compreender o que passa nosso irmão sem termos vivido e superado uma situação ao menos parecida?

  É por isso que Deus nos permite em várias encarnações vivermos as mesmas situações que o nosso próximo vive. Se agora somos ricos, outrora fomos pobres, se hoje somos saudáveis, noutra vez fomos doentes, se agora temos família, no passado éramos órfãos, etc... Assim desenvolvemos o aprendizado pelo sofrimento, evoluímos pela vontade de não sofrermos mais, passamos a naturalmente executarmos ações benéficas ao meio em que vivemos e ai sim estaremos dando bons conselhos.

  Pensemos nisso, ao invés de termos sempre respostas prontas para os problemas dos outros, vejamos se as temos para os nossos próprios problemas e, por conseguinte, se as executamos neles.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Em favor de você mesmo.


  "Seja útil em qualquer lugar, mas não guarde a pretensão de agradar a todos; não intente o que o próprio Cristo ainda não conseguiu."
Do livro Agenda Cristã
Ditado por André Luiz

  Todo lugar e todo momento é uma valiosa oportunidade de praticar o bem. Se tivermos um pouquinho mais de sensibilidade e atenção para com as necessidades do próximo poderemos, por exemplo, dar lugar na fila para um idoso, pegar algo que alguém deixou cair e devolver, responder ao bom dia que nos foi dirigido, entre tantos outros atos pequeninos mas muito relevantes para quem está ao nosso redor.

  As sábias palavras do irmão André Luiz nos convidam à caridade sem pensarmos muito, deixando fluir o amor que temos no coração, porém chama-nos a atenção que ele mesmo não nos cobra que agrademos a todos. Eis ai um ato difícil, pois cada um é cada um, os pensamentos diferentes é o que nos tornam individualidades.

  Jesus que tanto se esforçou para nos auxiliar, não conseguiu agradar a todos. Quem seríamos nós, seres tão imperfeitos e tão atrasados ainda moralmente, para conseguirmos tal feito?

  Independente de quem gostar ou não, o importante é fazermos o bem sem esperarmos sequer um "obrigado". Deus conhece o íntimo do nosso coração e espera que nós façamos bons usos das oportunidades que nos são concedidas diariamente.

  Se a boa ação não agradar a alguém, ao menos compreenda que você tentou. Avalie a forma como abordou o próximo, preste atenção em como realizou a ação, medite sobre este acontecimento e procure fazer melhor da próxima vez, sempre com alegria, sempre disposto a doar amor. Lembre-se sempre que o bom exemplo é dado com ações e que um pode não ter gostado, mas muitos ao redor podem ter aprendido uma linda lição de amor.

  Acaso nós não aprendemos um pouquinho com as muitas lições que o mestre Jesus nos deixou?

  Reflitamos com carinho, buscando sempre aplicar o que se aprende no nosso dia-a-dia.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Recomendações derradeiras.


  Um dia, que ignoro quando, meus olhos hão de se fechar para esta existência.
  Mais cedo ou mais tarde, meu corpo, ainda jovem, ou quem sabe, cansado e enfermo, há de se entregar irremediavelmente e deixará de vibrar.
  Minhas mãos hão de repousar inertes e meus pés já não  poderão me levar à parte alguma.
  Terei deixado essa vida, feliz ou não, partindo para o outro plano da existência, como tantas vezes já o fiz, quando me valia de outros veículos carnais.
  Pois bem, eis aí o meu destino.
  Idêntico ao de todos os demais seres viventes: nascer, morrer, renascer...
  Hei de morrer, mas não temo a morte, porque sei que meu Espírito sobreviverá a ela.
  Respeito-a, porque sei que representa o final de um ciclo e o início de outro.
  É uma passagem, uma transformação.
  É um fato natural e inevitável.
  Sabendo disso, muitos são os que tecem seus testamentos, pensando naqueles que ficam.
  Também eu quero que algumas recomendações sejam registradas.
  Aos meus filhos quero deixar meus exemplos corretos.
  Que eles possam fazer uso de meus acertos, das palavras bem colocadas e das atitudes dignas de nota.
  Quero que eles cantem alegres, repetindo refrões das músicas que tantas vezes cantamos juntos.
  Deixo a eles a certeza de que muito os amei, os amo e os amarei para sempre, porque nem o tempo, nem a distância são capazes de diminuir a intensidade de um verdadeiro amor.
  Deixo-lhes, ainda, as lembranças dos momentos alegres que passamos, e que ainda passaremos juntos.
  Espero que essas recordações possam lhes fazer companhia nos momentos em que a saudade vier lhes roubar a paz e os sorrisos.
  Aos meus amigos deixo minhas melhores conversas e toda a sensação de alegria que a presença deles possa ter causado em minha vida.
  Deixo-lhes a minha gratidão por todas as vezes que me ouviram, me toleraram e me animaram a continuar na luta.
  Aos meus amores deixo o meu afeto mais puro e a esperança de um reencontro mais sereno e equilibrado, em um futuro não muito distante.
  Que não se sintam cobrados, nem pressionados, se, por acaso, não me dedicarem o mesmo amor que lhes ofereço.
  Àqueles que feri, que magoei, que prejudiquei, deixo meu sincero pedido de perdão e meu desejo de reparar todo o mal que lhes causei e todo bem que deixei de lhes oferecer.
  Espero que possam aceitar minhas desculpas e que me permitam ressarcir-lhes, um dia, os danos que minha incúria e meu egoísmo lhes causaram.
  Deixo a todos aqueles que cruzaram meu caminho e que, de alguma maneira, influenciaram minha existência, meu humilde agradecimento.
  Desejo que, um dia, possa eu também lhes ser útil, auxiliando-os na dura jornada do progresso individual.
  À natureza deixo minha mais intensa e profunda gratidão, pela sua exuberância e por tudo que dela me vali nessa existência.
  Desejo que ela seja respeitada e conservada para que não se deteriore pelo descaso humano.
  Aos meus pais e a Deus, Pai de bondade, deixo o meu reconhecimento pela oportunidade da vida e pela dedicação constante e incondicional que me foi oferecida.
  Assim, partirei com a mente e com o coração mais pacificados, porque terei legado o que de melhor há em mim, em benefício de todos aqueles que me são caros.

Fonte: R.M.E.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Privilégio Cristão.


  "Olvidar aos próprios desejos, atendendo aos designios divinos."
André Luiz - Livro Agenda Cristã

  Olvidar significa esquecer, e que coisa melhor do que esquecer os próprios desejos egoístas que costumamos ter para darmos ênfase aos desejos do Pai?

  O Cristão é sempre chamado ao trabalho caridoso, mas nem sempre está pronto para ele, isso ocorre porque temos vivido muito mais a vida material e do que a vida espiritual.

  Quantas vezes vemos pais que ficam de hora-extra para conquistarem migalhas que lhes auxiliarão a comprar o aparelho de última geração, enquanto tudo o que Deus gostaria de ver era aquele mesmo pai cumprindo a função que lhe foi dada ao receber um filho nos braços, estando mais presente na vida do filho, ainda em formação, ainda necessitado de uma palavra fraterna, evitando que um dia o futuro jovem se perca no mundo das drogas e das ilusões.

  E como não falarmos daqueles que fogem ao compromisso de estudar o evangelho com a família e os amigos para irem curtir uma balada e voltarem de madrugada, cansados, exaustos, incapazes de aproveitarem bem o sono da noite que lhes foi concedido como repouso necessário para o corpo físico.

  Temos muitos desejos, muitas vontades, mas nem sempre o que queremos é o que realmente precisamos. É nesse contexto que descobrimos muitas causas de nossas aflições. Deus sabe o que é melhor para cada um de nós e precisamos aprender a ouvir mais o que o Pai nos diz. Meditar e refletir sobre nossos desejos, tentarmos entender se são realmente necessários ou se serão apenas cargas que adicionaremos sobre nossos ombros, sobrecarregando-nos e nos fazendo cair de joelhos diante de nossa imprudência.

  Não há mal em desejar uma vida melhor, mais confortável, mas há mal em querer o supérfluo quando ainda não aprendemos a usar corretamente nem o que temos. Desejar ter mais só para sermos como o vizinho, sem precisar daquilo, apenas por status.

  Qual de nós pode se dizer profundo conhecedor da vontade de Deus? Talvez nenhum, porque ainda não compreendemos bem o amor e sabemos que nossa tarefa aqui na Terra é o aprendizado do amor. Como atender às expectativas do Pai se não estamos nos esforçando ainda no entendimento de suas leis universais do amor?

  Deixemos por um instante os nossos desejos de lado. Coloque-mo-nos em situação de reflexão sobre o tema. Busquemos dentro de nós as respostas que tanto ansiamos. Assim daremos o primeiro passo, o de aprendermos a ouvir. Em sequência talvez venha o segundo, o de aprendermos a compreender. E, por conseguinte, o terceiro que é o de aprender a praticar.

  Deus sempre quis o nosso bem, mas nós nem sempre quisemos a mesma coisa, até porque ainda não compreendemos corretamente o que é o bem e o que é o mal. Confiemos mais em Deus, buscando atender os designios do Criador do universo e da vida, sendo humildes servidores e dedicados semeadores do amor.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

A calúnia é a arma usada pelo invejoso.


  "Não lhe fira a calúnia. Viva de modo que ninguém possa acreditar no caluniador."
André Luiz - Livro Agenda Cristã

  Se o que dizem sobre ti lhe fere o sentimento, esforça-te para que o teu orgulho não lhe seja o ponto fraco a te derrubar. Perdoa a calúnia e o caluniador, esquece o mal que lhe direcionam.

  O Cristão que age corretamente não precisa temer nada, tão pouco precisa se importar com o que os outros dizem. Sua consciência está leve, sua conduta não mostra outra coisa senão a do bom samaritano e a verdade está sendo vista pelo Pai, nosso único juiz supremo.

  Ao agirmos no caminho do bem, qualquer fofoca ou mentira dita sobre nós irá se dispersar em breve, uma vez que as nossas boas atitudes não deixarão dúvidas sobre nosso caráter. Então, por que dar importância para coisas tão pequenas? Se remoermos isso durante o dia, sentiremos que nossas energias se esgotarão, nosso equilíbrio se abalará e nada de bom conseguiremos com essa postura.

  Orar por aquele que calunia é uma das formas de retribuir o mal que nos fazem com o bem que temos dentro de nós. Não revidar também ajuda a mantermos o nosso equilíbrio e olvidar nos elevará acima daqueles que nos querem ferir.

  A justiça divina não falha, cedo ou tarde aquele que calunia será caluniado, sentindo o mesmo sabor que nos fez sentir. Por isso tenhamos compaixão destes que são pouco esclarecidos. Destes que se iludem com os caminhos aparentemente fáceis de subir pelas costas dos outros. Porque são só aparentes. Se não fizermos nossa escalada evolutiva de forma correta e centrada no bem, de nada valerá termos chegado ao topo, teremos que voltar e recomeçar do zero, lá de baixo. É como querer ganhar uma corrida passando por caminhos que não fazem parte da pista, afim de chegar rápido a qualquer custo, olvidando o fato de que seremos punidos por trapacear.

  A calúnia não tem peso algum no coração do justo. Nada pode abalar aquele que se esforça a preencher o seu coração só com amor, pois não há espaço para sentimentos prejudiciais. A fé é força que o sustenta, lhe desvia a atenção da língua feroz que mal dele fala.

  Quantos não tentaram caluniar Jesus? E quantos conseguiram? Nenhum! Porque o mestre não revidava e buscava apenas amar e perdoar. Quer mais exemplo de conduta do que o que Jesus nos deu? Eis o caminho, perdoar sempre o caluniador e confiar na providência do Criador.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Respeitar o livre-arbítrio.


  Podemos opinar, aconselhar, sugerir, apontar as possíveis consequências, de uma atitude a alguém, mas se essa pessoa está decidida, a efetivar ou não tal ato... paciência.

  A teimosia é uma espécie de avesso do bom-senso, e da humildade, e a maioria dos teimosos, não se deixa convencer, não porque realmente, não compreende ou não enxergue o erro, mas por orgulho e amor próprio, coisas que na essência se equivalem.

  Levar o cavalo até a fonte é isso.

  É chamar a atenção de alguém, para coisas que talvez ela não tenha percebido ainda, mas que pode evitar.

  No entanto, sempre existirá a possibilidade, de ela não aceitar ponderações de qualquer tipo, e preferir ficar com suas posições,  mesmo que evidentemente errôneas.

  Nesses casos nada nos cabe fazer, a não ser respeitar o livre-arbítrio da pessoa, ciente de que cada um deverá colher, exatamente aquilo que plantou!

Autor: Lourival Silveira
Fonte: e-mail da diretoria do CEAL

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Avante Brasil!

Quarta-feira de cinzas, acabou o carnaval!!!

O ano começa hoje, vamos acordar Brasil, é hora de reagir, trabalhar para construirmos uma nação melhor, um lugar melhor para se viver!
Gostaria de ver aqueles patrocinadores da seleção de futebol se tornando patrocinadores dos hospitais, das escolas, das faculdades e beneficiando o verdadeiro progresso desse povo que amo tanto.
É hora de despertar, chega de viver aquela alegria temporária que as coisas materiais causam. O futebol é apenas uma ilusão, a verdadeira vida é esta que temos que acordar cedo, trabalhar com alegria, estudar com determinação e progredir todo dia!
Avante nação brasileira, pois todos juntos podemos ir muito mais longe!

A provação é imposta?


  Existem ao menos 2 tipos de situações pela qual o espírito exerce o aprendizado e ao mesmo tempo o resgate de dívidas do passado, as quais conhecemos pelos nomes de provação e expiação.

  Falaremos hoje sobre as provações, as quais são situações que geralmente o espírito escolhe antes de reencarnar. Imagine que após estudar muito uma determinada matéria você precise fazer um exame para comprovar que aprendeu e assim poder passar para o próximo ano letivo, é exatamente isso que acontece com as provas que vivemos aqui.

  O espírito conhecendo suas imperfeições estuda para tentar corrigi-las. Pede este então que os irmãos mais elevados moralmente lhe auxiliem na escolha das provas a enfrentar aqui na terra, provas essas que precisam estar dentro das condições de serem superadas e então inicia-se o processo reencarnatório.

  Mas nem sempre nos é permitido escolher, uma vez que nem sempre estamos aptos ou equilibrados o bastante para tal, é ai que contamos com a ajuda de abnegados irmãos da caridade, espíritos que nos amam muito e que nos auxiliam nessa caminhada. O importante a entender é que ninguém foge de suas obrigações à respeito da lei divina e que todo fardo que carregamos nunca é maior do que conseguiríamos carregar.

  Estando aqui no plano material, colocamos em prática nossos planos traçados anteriormente. Podemos agir de acordo com o planejado ou podemos nos desviar do caminho, pois o livre-arbítrio nos permite errar, mas a medida em que nos elevamos moralmente, acertamos mais do que erramos.

  Algumas pessoas pensam em agravar suas provações afim de reduzirem o tempo de caminhada evolutiva. Infelizmente nem todos o fazem da forma correta, pois muitos acabam agravando suas faltas anteriores e se atrasando mais ainda.

  É permitido aumentar um sofrimento se este for em benefício do próximo. De nada adiantaria empurrar um espinho que está na carne só para os outros terem pena de nós. Deus conhece o nosso íntimo e sabe que a renúncia em prol do bem é o caminho para mostrarmos nossa pureza de coração. Por exemplo: se temos frio e tiramos o casaco para dar a quem está nu, vamos sentir mais frio e por conseguinte agravar nosso sofrimento, mas estaremos aliviando o sofrimento do próximo e assim fazendo o que Jesus faria por nós.

  Da mesma forma que se é permitido agravar um sofrimento, também é permitido aliviá-lo. Ninguém é obrigado a cruzar os braços e ficar vendo a coisa acontecer. Se a pessoa adquiriu uma doença, mesmo que seja uma provação para ela, nada a impede de procurar um médico, tomar o devido remédio para o alívio da dor ou quem sabe até tentar a cura. O importante é entender que não se aplica a lei de talião nas provações (olho por olho, dente por dente), pois o que Deus quer de nós é a evolução e não nos ver sofrendo. Não é porque alguém quebrou o braço de outra pessoa no passado que agora tem que ter seu braço quebrado, no entanto o espírito precisa aprender que ao fazer isso a alguém ele está causando um mal e uma das melhores formas de se aprender isso é justamente sofrendo a mesma dor que causara anteriormente.

  Enfim, as provações são oportunidades de reflexão sobre situações que devemos aprender a superar, outras vezes evitar. Enfrentá-las com resignação é a melhor forma, pois reclamar não vai resolver nada. Confiemos em Deus que tudo sabe sobre nós e conhece o que será melhor para nosso crescimento.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

A caixa de pandora.


  Conta a mitologia grega que, no início da Criação, o Titã Prometeu foi designado pelos deuses para organizar a matéria em confusão, dando origem à natureza e às demais formas de vida animal.
  Prometeu, no entanto, pediu ao seu irmão que cuidasse de tudo.
  Depois de organizar a Terra, o ar e as águas, fez o homem. E porque os homens se sentissem muito sós, com a ajuda dos demais deuses, criou a mulher.
  Casou-se com a primeira linda mulher que criou, a quem chamou Pandora.
  Disse à sua esposa que tudo o que existia em seu reino pertencia a ela também, e que ela poderia usufruir de tudo, mas não poderia tocar numa caixa que ele guardava num dos cantos do quarto.
  Dizer a Pandora que não a tocasse, foi o suficiente para lhe despertar a curiosidade. No primeiro momento em que ela se viu só, na enorme mansão, buscou a caixa e a abriu.
  Assim que levantou a tampa do baú, saíram de sua intimidade as misérias mais variadas.
  Misérias físicas como a lepra, a gota, as enxaquecas, o câncer, entre outros males, que estavam fechados, escaparam e se disseminaram sobre a Humanidade inteira.
  A inveja, a cólera, o orgulho, o egoísmo, misérias morais que também estavam guardadas, se espalharam por todos os cantos da Terra.
  Pandora, assustada, fechou a caixa imediatamente, sem se dar conta de que no fundo estava guardada a esperança.
  Os homens, assustados com tantas misérias morais e físicas que pairam sobre a Humanidade, pensam que Deus se esqueceu do gênero humano, relegando-o à própria sorte.
  No entanto, ainda resta para todos nós a esperança.
  Um dia, num país distante, a esperança se vestiu de homem e surgiu como um sol para reverter a situação da Humanidade sofrida.
  Ficou conhecido como Jesus, o Cristo.
  Mas, descuidada, boa parte dos homens somente O consegue ver como um derrotado, vencido na cruz do martírio, sem chance de ajudar.
  Esquecidos de que Ele rompeu a lápide do túmulo e surgiu vivo, afirmando para quem O quisesse ouvir:
  "Eu estou aqui." E em outra oportunidade afirmou: "Nunca estareis a sós."
* * *
  Jesus continua vivo e velando pela Humanidade inteira a quem chamou de Seu rebanho.
  Qual raio de esperança, surgiu trazendo a mensagem da Boa Nova e a espalhou por todo o planeta.
  Falou-nos do Reino de Deus. Cantou as Bem-aventuranças eternas. E jamais se teve notícias de que Ele se tenha deixado contaminar pelas misérias humanas.
  Jesus, portanto, é a mensagem viva de esperança. Vive e vela por nós.
  São dEle estas palavras: "Vinde a mim vós que estais cansados, que Eu vos aliviarei."
  Se as misérias físicas e morais estão se tornando insuportáveis, abramos a nossa Caixa de Pandora e deixemos sair dela a Grande Esperança: Jesus!
* * *
  Não há mal que dure para sempre.
  O deserto de Atakama, o mais árido do Mundo, situado no Chile, ao receber as primeiras gotas de água refrescante, após quase um século sem chuvas, em pouco tempo fica recoberto de lindas flores multicoloridas.
  Assim também acontece com as almas mais empedernidas. Ao se abrirem para receber os primeiros raios do Sol das Almas, Jesus, mudam a paisagem ressecada, para se tornarem campos floridos, espalhando bênçãos por onde passem.

Fonte: R.M.E.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

A responsabilidade de salvarmos o mundo.


  Não é de hoje que conhecemos pessoas dotadas de profunda vontade de fazer o bem. Pessoas sinceras, dedicadas, trabalhadoras e que anseiam por um propósito nobre, o de ver o nosso pequenino mundo se tornar um mundo melhor.

  Essas pessoas se aplicam na caridade, nas orações, no caminho dos retos e dos justos. Muitas vezes se desdobram para socorrer alguém, outras vezes ficam aflitas quando não conseguiram fazer algo para ajudar. São realmente corações humildes e nobres, merecedores do nosso respeito.

  Se você se encaixa nesse perfil ou se você deseja um dia se encaixar nele, lhe convido a refletir sobre o tema: temos que salvar o mundo?

  Para compreendermos melhor nossas obrigações aqui, voltemos um pouco antes de iniciarmos o processo reencarnatório. Lá quando ainda estávamos no plano espiritual, fazendo os preparativos para engajarmos na vida terrena.

  Pergunto: quando éramos espíritos, livres da matéria densa, já éramos perfeitos?

  Não, não éramos! Contínhamos as mesmas imperfeições que ainda arrastamos conosco após reencarnarmos num corpo físico. Nossa encarnação é justamente para nossa depuração, precisamos nos libertar destes sentimentos e atitudes ainda prejudiciais e que nos afastam da paz e do amor sincero.

  Para que possamos nos depurar, é comum irradiar dentro de nós o desejo de fazer o bem. A vontade em se tornar alguém melhor é comum naqueles que estão inclinados em aproveitar a encarnação que vivem.

  Para nos tornarmos melhores, Jesus nos convidou à caridade. Aprendemos com o mestre que semear o amor é o caminho para Deus. Fazer ao próximo aquilo que gostaríamos que fizessem a nós. E como é importante adotarmos essa postura.

  E quando nos vemos seguindo firmes essa caminhada, logo nos achamos curados das imperfeições, capazes de assumirmos cada vez mais compromissos com o bem, nos desdobramos em tarefas no auxílio ao próximo, muitas vezes nos esquecemos de nós e de nossos familiares, o que começa a ser um equívoco porque é preciso que haja equilíbrio em tudo o que fazemos. Todo excesso é prejudicial. É ai que vemos os bons adoecerem e sucumbirem.

  Ao assumirmos essa postura, nos mostramos sempre indignados com a crueldade de uns e com o descaso de outros. Muitas situações tristes se tornam motivos de revolta, questionamos: Nossa! Como pode uma criatura fazer tanto mal assim? Onde estão as autoridades para evitarem essa tragédia? Precisamos fazer alguma coisa, não posso permitir que isso aconteça novamente!

  É irmãos, vejo isso constantemente. Mas esquece-se o ser encarnado de que antes de resolver todos os problemas do mundo, ele, espírito ainda imperfeito, tem a obrigação para consigo. Necessário se faz corrigir suas próprias imperfeições, para não julgar, para não ofender, para não se afobar achando que está fazendo o bem, quando na verdade pode estar causando mais confusão ainda e agravando o problema.

  Um cego pode guiar outro cego? Um doente pode curar outro doente? Um desequilibrado pode reequilibrar alguém? É certo que pode dentro de suas limitações, mas que teria muito mais dificuldade em fazê-lo por estar na mesma condição. Não seria melhor que estivesse bem para poder fazer o bem?

  Ninguém precisa vestir a roupa do super-homem e salvar a população toda, mas todos podemos salvar cada um a si próprio. Ao fazermos isso, nos tornaremos pessoas melhores e pelo exemplo de conduta, iremos atrair outras pessoas que antes erravam, a refletir sobre seus erros, a se questionarem sobre suas atitudes e modos de pensar e, quem sabe com uma ajudinha dos tarefeiros de Jesus, consigamos vê-las seguindo nossos passos na reforma íntima.

  Que cada um de nós assuma seu próprio fardo, respeitando o fato de que os outros precisam carregar seus próprios fardos para seus aprendizados. Não somos santos para corrigir os outros, mas podemos nos esforçar para sermos a luz que clareia o bom caminho a todos os que nos rodeiam.

  Reflitamos na mensagem com muito amor!

quarta-feira, 2 de julho de 2014

A difícil manutenção do equilíbrio.


  Na semana passada me deparei com uma situação a qual podemos tirar boas lições e por isso decidi compartilhar, não no intuito de me colocar superior aos outros, tão pouco no de rebaixar alguém, mas de nos permitir reflertir sobre o que faríamos se estivéssemos nesta situação.

  Todos os que se dizem cristãos e praticam os ensinamentos de Jesus são postos à prova, pois não existe cristianismo sem a prática da caridade. O que precisamos entender é se estamos prontos para praticá-la e o que podemos exercitar para melhorá-la.

  Durante uma viagem de ônibus do centro da cidade para o meu bairro, logo no segundo ponto de ônibus o motorista parou, abriu a porta dianteira para a entrada de passageiros e a traseira para os que desejassem descer do veículo. No entanto, 4 pessoas trajadas como ciganos, e realmente eram ciganos, entraram pelas portas de trás (as que são para sair), sentaram no ônibus e fingiram que ninguém viu, mas o cobrador viu e se alterou, chamando imediatamente o motorista para tirá-los de lá e fazê-los entrar pela frente para pagarem a passagem como qualquer pessoa normal e sem privilégios.

  Espantado com a situação, mas certo de que era seu dever tomar uma atitude, o motorista trabalhador foi pedir educadamente para que as 4 ciganas descessem, mas o que ninguém esperava era que elas continuassem fingindo que não era com elas o problema.

  Notei que o motorista começava a repetir o mesmo pedido e ia se exaltando ao ponto de impor a seguinte condição: enquanto vocês 4 não descerem, o ônibus não vai sair do lugar!

  Em meio à situação, os passageiros começaram a se assustar, pois o que já era estranho de se ver, estava se tornando uma baixaria. A vibração daquelas pessoas começou a baixar a tal ponto que eu comecei a sentir que o ambiente poderia converter-se em algo mais prejudicial ainda. E realmente aconteceu.

  Começaram os protestos, passageiros já não pediam mais, mandavam elas descerem, xingavam, ameaçavam e então as 4 ciganas que até então não falavam nada começaram a reagir, pois parecia que era o que elas queriam, desequilibrar todo mundo ali. Devolveram as ofenças, riam, escarneciam, se apresentavam como pessoas com direito de ali estarem sem ter que pagar, ou se o motorista quisesse, elas pagavam mas não desceriam e entrariam pela porta da frente passando pela catraca. O motorista ameaçou chamar a polícia.

  Com muito custo e com muita má vontade elas desceram, uma a uma, mas demoradamente e subiram pela porta da frente. Pagaram a passagem, sim elas tinham dinheiro para pagar, mas as ofensas aumentaram e as ameaças também.

  Enquanto isso, em mim, pensamentos de revolta por ver toda aquela situação tomaram minha mente, lutei, esforcei-me para jogá-los fora, precisava não entrar no campo vibracional do inimigo, pensei no mestre, o que Jesus faria em meu lugar? Certamente o mestre auxiliaria se sentisse que aquelas pessoas tinham condições de serem auxiliadas, mas a meu ver não tinham. Talvez Jesus descesse do ônibus e caminhasse até seu destino calmamente sem se perturbar, pois Ele nos ensinou a dar bons exemplos e não a forçarmos o próximo a mudar porque nós queremos. O fato é que eu precisava encontrar um meio de conservar a minha paz e ao mesmo tempo auxiliar aquelas pessoas, mas como?

  Foi então que, na minha condição de ser imperfeito e com a compreensão da minha distância do mestre Jesus na escala evolutiva do espírito, pus-me em oração, afim de pedir o socorro necessário. Aos poucos os ânimos começaram a se acalmar. Com o ônibus em movimento, as pessoas seguiram o trajeto, os que ainda insitiam na discussão aos poucos foram se dando por vencidos e descendo nos pontos que desejavam. As ciganas em meio a zombarias típicas de espíritos pouco esclarecidos que eram, reduziram suas provocações até que se acalmaram e ficaram em silêncio.

  Uma situação que para muitos pode parecer simples e que não mereceria tanta atenção, mas que para os mais sensíveis e praticantes da difícil arte de amar o próximo como ele é, torna-se uma oportunidade de entendê-lo, perdoá-lo pelos seus erros e exercitar a caridade, seja com palavras amigas, seja com o silêncio e uma prece de coração ou qualquer outra forma que levasse todas aquelas pessoas a um ambiente pacífico.

  O fato é que, em observação, concluí que a revolta dos passageiros gerou mais problemas, enervou os ânimos, pois a violência gera violência. Enquanto que meu silêncio e a minha prece por todos que ali estavam pareceu surtir um efeito mais positivo, mesmo com as minhas limitações para o auxílio naquele momento.

  Como odiar criaturas tão sofridas, desesperadas ao ponto de prejudicarem o próximo sem terem a percepção de que o fazem? Por mais que uns vejam maldade no ato delas, não são elas os cegos e surdos a quem Jesus se referia no passado? E se o problema tivesse sido mais agravado, por exemplo, se ao iniciarem as ofensas, uma delas estivesse portando uma arma, como uma faca e revidasse? Não teria sido melhor recorrer ao silêncio e a prece e deixar que o motorista, encarregado de impor a ordem no veículo prosseguisse gentilmente solicitando a saída delas e informando que se não o fizessem teria que acionar a polícia, a qual tem o preparo para lidar com situações do tipo?

  É uma situação difícil, mas importante para nossa reflexão. Diariamente enfrentamos situações piores, revoltas, agressões, roubos e nossas vibrações podem despencar se não formos vigilantes. Quem nunca sentiu o sangue ferver quando um irmão o ofende, cravando um espinho naquela ferida que ainda está aberta? Como se segurar sem o concurso da prece reequilibrante e socorrista aos necessitados? Se não buscarmos compreender agora, talvez ao nos depararmos mais tarde com tais situações, venhamos a agir de forma errada e causemos mais problemas ainda.

  Meditemos, pois, sobre a questão: "como manter o equilíbrio diante de situações de provocação?"

  E quem desejar, deixe o seu comentário, pois ele é muito importante para o crescimento de todos nós!