sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

O direito de ser diferente.


  Já pensou se todo mundo fosse igual? Acho que a vida seria muito sem sal.

  O que nos faz únicos é justamente a individualidade de pensamentos, formas, cores, cheiros, gestos... Somos cada um, uma centelha divina, mas com qualidades diversas que nos dão a identidade real do ser.

  Esse é um direito que temos, que nos foi concedido desde a criação do nosso espírito, o direito de sermos diferentes.

  Tantas pessoas ainda se preocupam em julgar o próximo, querem que ele seja semelhante a elas, mas isso não é possível. O preconceito pelos que são diferentes gera sentimentos ainda piores como a raiva, a inveja, o medo e a solidão. Por que excluímos aqueles que pensam diferente, que agem diferente, que vivem diferente? Quem somos nós para julgá-los?

  Neste momento em que a vida nos permite aprender mais devido a tantos avanços da tecnologia, parece que fazemos o favor de nos mantermos de mente fechada. Tantos casos de racismo, tantos atos homofóbicos, tanta ignorância e violência prejudicial para o nosso próprio espírito.

  Quando oramos o "Pai nosso", temos que lembrar que se o "Pai" é "nosso", então somos todos irmãos! Se somos irmãos, temos que nos conhecer melhor, aprender a nos amarmos, aprender a vivermos em paz.

  Se hoje você se encaixa no perfil daqueles que são contra certos gostos, culturas, raças (cor da pele) ou opções sexuais, então comece a refletir sobre isso. Que tal ao invés de ser contra, você possa começar a dar a si mesmo a oportunidade de conhecer melhor o seu próximo e, quem sabe, aprender a amá-lo e a respeitá-lo como ele é?

  Lembremos sempre de que o espírito despido do corpo físico não terá mais credo, nem raça, nem sexo e é ai que o arrependimento surge naqueles que agiram na ignorância do preconceito.

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